O cidadão nasce e é cadastrado.
Torna-se contribuinte.
Dizimista da máfia que, há décadas (ou serão séculos?) se apodera das instituições que formam o Estado.
Trabalha para sustentar seus projetos e constituir negócios lícitos e família próspera.
À um custo imenso, já que manter o tecido cancerígeno do poder, famigeradamente nomeado como democrático, é dramático.
A máfia toma parte significativa de todas as reservas destinadas à Saúde, Educação, Segurança, infraestrutura.
E, sobretudo, a máfia destrói com seus tentáculos institucionais, a esperança.
Icônico o grupo de WhatsApp do porcaro de plantão: A TURMA.
O Brasil não sente mais o câncer que o solapa.
O Mal faz parte do que o constitui.
A cidadania agoniza.
Em frangalhos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário