quarta-feira, 10 de abril de 2019

BIPOLAR





Recebi o vídeo pelo WhatsApp.

Está aí uma ideia verdadeiramente revolucionária, especialmente pela simplicidade do propósito, ainda que com imensa complexidade para sua viabilização.

Basta imaginar 70% do PIB brasileiro em aliança estratégica para a contratação (ampla) de projetos de infraestrutura e tecnologia.

Só isso traria para o país tudo.

Desenvolvimento tecnológico, urbanidade, emprego, renda, atratividade internacional, valor de moeda, tudo.

Por consequência, os demais desafios críticos que impõem a realidade brasileira, com a mesma estrutura estratégica, resultariam extraordinários.

Enviei o vídeo, hoje cedo, para um amigo sócio de uma consultoria na qual é líder da Unidade de Negócios Governo.

- “Na gestão passada tivemos uma iniciativa idêntica capitaneada pelo MBC – Movimento Brasil Competitivo. Faziam parte 9 governadores”.

A resposta do amigo começou a me despertar. Na sequência da mensagem acima ele arrematou:

“Resumindo: foi igual peido, muito barulho e pouca bosta. Acho que este encontro promovido pelo Zema foi muito mais para alinhamento do que pedir em troca do apoio à reforma da previdência”.

Retornei a mensagem:

- Foda, cara, é quase certo que você tenha razão. É que hoje acordei mais besta do que já sou.

Pois é.

Só que enviei o vídeo à um outro amigo que é dono de grande hospital em BH. Na mensagem lembrei à ele do esforço que havíamos feito juntos anos atrás para a construção de aliança estratégica entre 23 hospitais de BH, 22 da Bahia e 19 do Paraná.

Recebi dele o retorno:

“Verdade, meu caro Agulhô. Vamos torcer. Abraço”.

Pois é.

Fico entre a besta e aquele que nutre um restinho de esperança. O restinho está no ato falho quando escrevi na mensagem ao amigo consultor “tenha” e não “tem”.

Razão.


Até breve.