quinta-feira, 5 de março de 2026

TURMA



O cidadão nasce e é cadastrado. 


Torna-se contribuinte.


Dizimista da máfia que, há décadas (ou serão séculos?) se apodera das instituições que formam o Estado.


Trabalha para sustentar seus projetos e constituir negócios lícitos e família próspera.


À um custo imenso, já que manter o tecido cancerígeno do poder, famigeradamente nomeado como democrático, é dramático.


A máfia toma parte significativa de todas as reservas destinadas à Saúde, Educação, Segurança, infraestrutura.


E, sobretudo, a máfia destrói com seus tentáculos institucionais, a esperança. 


Icônico o grupo de WhatsApp do porcaro de plantão: A TURMA.


O Brasil não sente mais o câncer que o solapa.


O Mal faz parte do que o constitui.


A cidadania agoniza.


Em frangalhos.